Home / Você Sabia? / Se não fosse pela sonegação, teríamos a 3ª maior carga tributária do planeta.

Se não fosse pela sonegação, teríamos a 3ª maior carga tributária do planeta.

 

Que a carga tributária do Brasil é alta, todo mundo sabe. Mas apesar de figurarmos na 22ª posição no ranking mundial, a carga de impostos do país está muito distante de sua realidade: aparecemos no ranking ao lado de diversos países europeus ricos. Se levarmos em conta toda as Américas, saímos ainda pior na foto: somos o primeiro lugar entre todos os países da região, incluindo a América do Norte.

 

Mas a triste realidade poderia ser ainda pior, se não fosse pela sonegação. Isso mesmo, a sonegação.

 

Fonte: https://spotniks.com/

Sobre PRONA

PRONA - Partido da Reedificação da Ordem Nacional

Leia também...

Você pode desativar o download automático de fotos no WhatsApp?

Aposto que você já passou por isso: a memória do celular lotou e na hora …

2 comentários

  1. Flavio França da Silva

    Quer dizer então que o novo PRONA vai cair na falácia barata de criticar a carga tributária do país sem levar em consideração que isto deve ser feito de forma cautelosa e inteligente? Tosco e simplista dizer que no Brasil os impostos são altos demais. Todo mundo já sabe disto. Nada falou, porém, sobre a carga tributária ser mal distribuída. E é aí que reside o problema da questão. Geralmente o discurso de corte de impostos é desencadeado por uma elite econômica que utiliza dessa falas, que soam como música nos ouvidos do brasileiro mediano, para a isenção dos impostos dessa elite rica que já paga pouco imposto. A sonegação dos impostos, visto como algo positivo por esse infeliz texto, é desencadeado especialmente pelas classes altas e é justamente isso que faz com que o Estado direcione as taxas para as classe médias e baicas, que não detém condições para sonegar. Ou que realizar isso se torna mais difícil. Triste texto. Enéas não defenderia isto.

    • Não interessa, se tá ou não bem distribuída, entenda, ESTADO É DESPESA, ele não gera RENDA, qualquer taxação excessiva do rico ao pobre só prejudica ambos, e querer justificar com a porcaria do assistencialismo estala, é a porcaria de uma falacia da derrapagem, onde observado na pratica NÃO FUNCIONA, nem adianta vir com ideologias baseadas nas ideias comunistas ou socialistas fabianas, não tem dessa, o estado tira do povo, para dar ao povo menos da metade que ele tirou, porque ele centralizou o poder de algum tipo de meio de serviço como por exemplo o falido sistema SUS que NUNCA FUNCIONOU, E NUNCA VAI FUNCIONAR, é IMPOSSÍVEL DAR TUDO A TODOS, agora é possível FACILITAR POR MEIO DE CONCORRÊNCIA DE MERCADO TUDO A TODOS, e não adianta vir com a conversa fiada de que e o pobre que é doente como ira trabalhar para se estabelecer? é só fazer a mudança gradativa de sistema assistencialista para o livre e real ajuda, onde aquele pobre aos poucos vai deixar de ser um pobre lascado onde não tem lugar para morrer, provocado pelo gigantesco sistema estatal de controle, que cria uma porcaria de ciclo vicioso de desgraça, conforme ele vai “ajudando” as consequências da negativa da sua ação, cria problemas, e com o tempo cria desgraça social econômica e o resto vem como bagagem, aí para ele sustentar seu argumento coloca a culpa nos ricos, que é porque os ricos não deram suficiente que ele não conseguiu dar suficiente, aí o pobre que antes era menos e que com o tempo aumentou, vai e cai na conversa populista, e da mais corda, inflando o estado, ficando nesse ciclo até onde não dá mais onde não haverá nem rico nem pobre, só a desgraça, que pode ser eitada com um estado mínimo onde o máximo que ele faz e manter a ordem cívica clássica, o direito a liberdade, a proteção a propriedade privada e ao bem estar individual. A própria sociedade vai encontrar os meios para se proteger e evoluir, sem mão intervencionista do estado, que se torna uma ferramenta do povo e não o povo uma ferramento ao estado.
      #VIVAOLIVREMERCADO
      #MENOSESTADOMAISLIBERDADE
      #MAISMISES
      #menosmarx

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *